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Política

Lula associa dívida pública a juros e promete usar petróleo para financiar áreas sociais

Em Curitiba, presidente voltou a questionar a prioridade dada ao superávit e defendeu investimentos públicos, educação, ciência, tecnologia e saúde.

Lula associa dívida pública a juros e promete usar petróleo para financiar áreas sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (12.set.2026) que pretende destinar recursos da exploração de petróleo da Margem Equatorial a um fundo voltado para educação, ciência, tecnologia e saúde.

“Antes de acabar o combustível fóssil, vamos extraí-lo para vender”, declarou Lula durante um comício com aliados. Na sequência, disse que os recursos poderiam financiar novos investimentos nessas áreas.

Críticas ao ajuste fiscal

No mesmo evento, o presidente voltou a contestar a prioridade dada à geração de superávit e ao controle fiscal. Para Lula, a expansão da economia e a criação de empregos dependem de investimentos do governo. Ele também atribuiu à taxa de juros o principal peso sobre o endividamento público.

“É preciso parar com essa babaquice de fazer superavit”, afirmou. Segundo o presidente, a dívida associada aos juros seria maior do que aquela relacionada aos investimentos públicos.

A Selic está em 14% ao ano. A dívida bruta chegou a R$ 10,9 trilhões em julho, o equivalente a 82,5% do PIB. O indicador cresceu 10,8 pontos percentuais durante o governo Lula 3. O texto-fonte também apresenta o valor de R$ 10,9 trilhões como equivalente em valores.

Na 5ª feira (10.set), Lula havia criticado o mercado financeiro, que costuma defender um ajuste fiscal baseado em cortes de gastos. Em entrevista ao SBT, afirmou que a Faria Lima “só chora” e “não conhece a palavra social”.

A declaração deste sábado foi feita em Curitiba (PR), durante a agenda política com aliados. Lula relacionou a política de investimentos à necessidade de estimular o crescimento econômico e a geração de empregos, ao mesmo tempo em que rejeitou a ênfase no superávit e no ajuste das contas públicas.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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