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Berlim prepara rede nacional para conter drones e ataques digitais

Plano prevê novas funções para a polícia, empresas de infraestrutura crítica e tecnologias de vigilância contra sabotagem.

Berlim prepara rede nacional para conter drones e ataques digitais
Foto: Axel Schmidt/File Photo/Reuters

A Alemanha pretende criar um sistema nacional de proteção contra drones e ataques cibernéticos, além de ampliar o uso de tecnologias de vigilância para localizar suspeitos de sabotagem. O plano foi confirmado por um porta-voz do Ministério do Interior após uma tentativa frustrada de ataque com drones contra um aeroporto no mês passado.

O projeto prevê a criação de um escudo de proteção, chamado de “cyberdome”, formado por sensores digitais capazes de detectar e interceptar tentativas de invasão cibernética. O governo também quer ampliar o uso de inteligência artificial, reconhecimento facial biométrico e monitoramento por vídeo, inclusive em estações ferroviárias.

Defesa contra drones

Os recursos móveis da polícia destinados ao combate a drones seriam ampliados. Unidades de rápida mobilização seriam posicionadas nas cidades para proteger o espaço aéreo sobre centros de transporte considerados críticos e áreas governamentais.

Empresas responsáveis por infraestruturas críticas, como concessionárias de energia e fabricantes do setor de defesa, receberiam autorização para identificar drones e também agir para repeli-los. A medida faz parte do pacote planejado pelo governo alemão para reforçar a proteção contra diferentes formas de sabotagem atribuídas à Rússia.

O ministro do Interior, Alexander Dobrindt, afirmou que os ataques híbridos russos passaram a integrar a realidade cotidiana. “Esses ataques vão aumentar, mas podemos nos defender e nos proteger”, disse.

A Rússia rejeita há muito tempo as acusações de operações na Europa Ocidental e negou participação no ataque ao aeroporto alemão. O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, classificou as acusações como “o início de uma guerra real”.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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