O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta terça-feira, 15, que o candidato só tomou conhecimento da investigação sobre o caso Dark Horse depois da retirada do sigilo do procedimento.
Marinho declarou que Flávio não havia sido acionado e que seu advogado também não o informou sobre a apuração. “Soubemos quando caiu o sigilo”, disse o parlamentar a jornalistas no Senado.
Investigação
A investigação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), após um pedido relacionado a informações da Polícia Federal. O procedimento apura suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção no financiamento do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A ordem de Mendonça foi proferida em julho e se tornou pública após o levantamento parcial do sigilo da investigação sobre fraudes atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e suas conexões políticas em Brasília.
Segundo Marinho, a defesa de Flávio e a produtora responsável pelo filme entregaram documentos para a apuração. O senador afirmou ainda que o procedimento deve avançar. Flávio Bolsonaro não prestou contas publicamente sobre os recursos repassados por Vorcaro ao filme.








