Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00% Brasília 18°C 18° / 26°
Brasil

Morte após colonoscopia é investigada por polícia e órgãos médicos em SP

Laudo apontou perfuração no cólon sigmoide de Mariana Santos Cândido, que morreu após complicações e cirurgia.

Morte após colonoscopia é investigada por polícia e órgãos médicos em SP
Foto: Reprodução de redes sociais

A morte de Mariana Santos Cândido, de 41 anos, após uma colonoscopia é investigada pela polícia, pela Secretaria Municipal de Saúde e pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo. O laudo pericial apontou que o intestino da paciente foi perfurado durante o procedimento realizado no Hospital Municipal Doutor Alípio Corrêa Netto, em Ermelino Matarazzo, na zona leste da capital.

O caso foi registrado como morte suspeita no 62º DP (Ermelino Matarazzo). O inquérito ainda está em andamento, e a polícia aguarda a conclusão do laudo e de diligências para avaliar se haverá responsabilização pela morte.

Mariana apresentou taquicardia, distensão abdominal e dor intensa. Segundo o prontuário médico, uma médica foi chamada e identificou sinais de perfuração do intestino. A paciente foi encaminhada ao setor de emergência e passou por uma cirurgia.

O relatório de internação descreveu uma laceração na parede da mucosa do cólon sigmoide, parte final do intestino grosso. A equipe tentou fechar a lesão, mas Mariana morreu. O laudo também registrou infecções nos pulmões e nos rins.

Apurações abertas

A Secretaria Municipal de Saúde informou que abriu uma sindicância e que a direção do hospital está à disposição da família. O Conselho Regional de Medicina de São Paulo também instaurou uma sindicância, sem divulgar detalhes.

O exame foi realizado por uma clínica privada que presta serviços ao hospital há 25 anos. Após a morte, a secretaria informou que a empresa terceirizada era a Clínica de Endoscopia Salinas Ltda. Os responsáveis não foram localizados para prestar esclarecimentos, e a empresa não respondeu ao contato por email.

Maria Aparecida dos Santos, mãe de Mariana, afirmou que a filha foi vítima de imprudência. “Minha filha não estava doente, minha filha não foi fazer nenhuma cirurgia.”

Mariana realizou o exame em 29 de junho. De acordo com a mãe, ela deixou a sala desacordada, foi levada diretamente à cirurgia e permaneceu internada. A operação durou seis horas. Mariana deixou três filhos, de 20, 15 e 9 anos.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5