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Economia

Canal de Lula volta ao WhatsApp e presidente promete usar celular de Janja

Lula afirmou que pegará o aparelho da primeira-dama emprestado se o canal alcançar 5 milhões de inscritos.

Canal de Lula volta ao WhatsApp e presidente promete usar celular de Janja

O canal “Exército de Lula” voltou a funcionar na noite de 4ª feira (14.out), após decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques. A determinação obrigou o WhatsApp a restabelecer integralmente a comunidade, permitindo novas publicações e a entrada de seguidores.

Com o canal novamente ativo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende participar do grupo caso ele alcance 5 milhões de inscritos. Atualmente, a comunidade tem 4,4 milhões de seguidores. Lula disse que não comprará um celular para isso e que usará um aparelho emprestado da primeira-dama Janja da Silva.

“Não, eu não vou comprar porque eu não tenho dinheiro, eu vou pegar o da Janja emprestado e vou entrar”, afirmou Lula em vídeo publicado nesta 5ª feira (15.out.2026) pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), administrador do canal.

A manifestação respondeu a uma promessa feita por Janones em uma gravação do dia 7 de outubro. O deputado havia dito que Lula compraria um celular e passaria a interagir diretamente com os participantes quando a meta fosse atingida.

Janones também afirmou que uma campanha adversária acusava o canal de disseminar notícias falsas. Segundo ele, não havia divulgado informações falsas, mas isso poderia ocorrer se Lula não participasse do grupo depois do cumprimento da meta. “Agora, se ele não fizer isso, aí sim eu vou ter divulgado a fake news”, declarou.

Após a fala do presidente, Janones pediu aos apoiadores que convidassem mais pessoas. Lula também incentivou a adesão ao canal e afirmou: “E vou chamar mais gente para entrar. Vamos entrar no Exército para ser o maior exército do mundo”.

Disputa sobre o canal

A comunidade havia sido suspensa na 3ª feira (13.out). Em 11 de outubro, Nunes Marques determinou a suspensão, mas a decisão foi derrubada pelo corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.

Ao suspender o canal novamente em 13 de outubro, Nunes Marques afirmou que a falta de comunicação formal do endereço à Justiça Eleitoral justificava a medida. A liberação ocorreu depois que a campanha de Lula regularizou o registro perante a Justiça Eleitoral.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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