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Diogo Defante leva público do Rock in Rio a cantar sobre maconha e pelos

Apresentação no Palco Supernova teve figurinos futuristas, participação de um rato gigante e músicas autorais de humor explícito.

Diogo Defante leva público do Rock in Rio a cantar sobre maconha e pelos
Foto: Lara Valença/Divulgação

Diogo Defante atraiu parte do público do Rock in Rio durante sua apresentação no Palco Supernova, na noite desta sexta-feira (4). No mesmo horário, a banda Hot Milk tocava para uma plateia esvaziada e dispersa no Palco Sunset.

A apresentação começou com um mini robô ocupando o lugar reservado ao vocalista. Defante apareceu vestido como uma mistura de mágico e pirata e expulsou a criatura do palco. Os músicos usavam figurinos futuristas com luzes piscando.

Roqueiro desde a adolescência em Realengo (RJ), o cantor e humorista lembrou que já teve uma banda antes de começar a produzir conteúdo na internet. O repertório reuniu músicas autorais conhecidas por seus fãs, incluindo “Padeiro” (2022), “Matinho” (2023), “Lambe os Homem” (2024) e “Pelo” (2023).

As canções abordaram, com humor explícito, temas como pelos pubianos, maconha e sexo. Durante “Matinho” e “Lambe os Homem”, Defante pediu que o público simulasse acender um cigarro e cantasse o refrão sobre um “prensa [prensado]”. Em “Pelo”, assumiu a voz de um pentelho que reclama dos odores e dos pelos do corpo.

Entre as músicas, a plateia alternou gritos de elogio e xingamentos. Defante respondeu a uma das provocações dizendo: “Sorte de vocês é que tomar no cu é bom”.

Camisinhas infladas, um boneco Chuck e um homem vestido de rato gigante circularam entre o público. O personagem se jogou do palco em alguns momentos e foi apalpado por espectadores por cima da fantasia.

No fim dos 55 minutos de show, Defante vestiu um short jeans, ficou de costas e rebolou ao repetir um bordão de Anitta. Depois, convocou os fãs a fazerem rock e encerrou com a frase: “Façam rock que o rock volta, caralho”.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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