SÃO PAULO — O Petí passou a funcionar no Museu de Arte Moderna (MAM), no parque Ibirapuera, com um salão para 84 pessoas e pratos inspirados nas exposições do espaço. A abertura ocorreu no sábado (12), mesma data da reabertura do museu com a 39ª edição do Panorama da Arte Brasileira.
A mudança encerra a fase do restaurante na rua Cotoxó, em Perdizes, onde havia 36 lugares e os menus eram renovados a cada 20 dias. Sob o comando do chef Victor Dimitrow, a casa agora trabalha com preparos mais clássicos e cardápios baseados nas estações do ano.
Café e petiscos
Entre 10h e 18h, o restaurante oferece grãos da cafeteria Pato Rei, pão de queijo, bolos e sanduíches. O drinque de café com xarope de batata-doce roxa custa R$ 22. A broa de milho com musse de fígado de frango, geleia de jabuticaba e craquelin é servida por R$ 39, em três unidades.
Nas primeiras semanas, há três opções de entrada: sopa fria de açaí com beterraba, por R$ 54; ovo caipira mollet, por R$ 52; e carpaccio de atum, por R$ 64.
Almoço e sobremesas
O almoço é servido das 12h às 16h. Entre os pratos estão o peito de pato curado, por R$ 137, acompanhado de purê de batata-doce laranja, couve kale tostada e molho rôti com tucupi preto; e o filé-mignon angus com crosta de tutano, purê de batata com tucupi e cebola roxa grelhada, por R$ 126.
As sobremesas incluem ganache de melado de bracatinga com crumble de alho negro, por R$ 42, e panacota de camomila com calda de jenipapo, por R$ 44. “Nos doces encontrei formas de usar alguns ingredientes de maneira inesperada, mas em doses mais discretas”, afirma Dimitrow.
A reforma do espaço no Ibirapuera consumiu quase R$ 2 milhões. O restaurante também passou a dar mais atenção às louças e à decoração. Permanecem no cardápio os ingredientes brasileiros, os contrastes de sabores e texturas e a relação entre comida e arte.








