O Fluminense afirmou que a arbitragem comprometeu a condução do clássico contra o Vasco, apesar da vitória por 1 a 0. Em nota oficial, o clube criticou decisões de Davi Lacerda e cobrou mais coerência dos responsáveis pelo apito.
A reclamação inclui um pênalti não marcado em Serna, após o atacante cair dentro da área ao sofrer contato de Adson. O lance ocorreu aos 35 minutos do segundo tempo. Para o comentarista de arbitragem PC Oliveira, a jogada deveria ter resultado em penalidade e expulsão do jogador do Vasco.
Contato com Canobbio
O Fluminense também contestou a aproximação de Lacerda com Canobbio no primeiro tempo. O árbitro tentava interromper uma discussão entre o atacante tricolor e Sosa, volante do Vasco, quando houve contato físico com o jogador.
A situação provocou reação dos atletas do Fluminense, principalmente de Hulk, e teve repercussão na imprensa internacional. Na avaliação do clube, o árbitro adotou uma “postura de confronto físico incompatível com a função de mediador da partida”.
A nota ainda menciona falta de critério na aplicação dos cartões. O Fluminense afirmou que jogadores adversários já advertidos não receberam cartão vermelho depois de novas infrações que, na avaliação da equipe, exigiam expulsão.
O clube também acusou a arbitragem de permitir que um jogador do Vasco chutasse deliberadamente a bola na direção do banco de reservas tricolor com o jogo parado.
Cobrança aos responsáveis
O Fluminense disse que não houve reconhecimento adequado dos erros em reuniões com a comissão de arbitragem, incluindo um encontro realizado na última quarta-feira. O clube relacionou a falta de autocrítica à dificuldade de evolução da arbitragem nacional e à perda de confiança das equipes.
Na mesma nota, a equipe citou um pênalti não marcado na partida contra o Palmeiras e uma penalidade considerada inexistente no domingo passado. O Fluminense afirmou que continuará acompanhando as próximas atuações e cobrando providências junto aos órgãos competentes.








