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Ataques israelenses deixam sete mortos e 20 feridos no sul do Líbano

Bombardeios atingiram cidades e instalações no sul do Líbano; governo libanês pediu ação dos Estados Unidos e da comunidade internacional.

Ataques israelenses deixam sete mortos e 20 feridos no sul do Líbano
Foto: AFP

Sete pessoas morreram e 20 ficaram feridas em ataques israelenses no sul do Líbano neste domingo (6), informou o Ministério da Saúde libanês. Entre os mortos estão duas mulheres e, entre os feridos, três crianças.

Dois homens morreram em uma cidade próxima à área ocupada por tropas israelenses. As duas mulheres foram atingidas em Arab Salim, ao norte dessa região. Um bombardeio contra um estacionamento perto de Nabatieh matou outras três pessoas.

O Exército de Israel afirmou que os ataques foram uma resposta a uma ofensiva de drones do Hezbollah contra áreas ocupadas por suas tropas. Entre os alvos, segundo os militares, estavam depósitos de armas do grupo e um centro de comando instalado em um edifício que anteriormente funcionava como hospital. Israel disse ter usado munições de precisão e vigilância aérea para limitar os danos à população civil.

O governo libanês afirmou que os bombardeios destruíram um hospital e danificaram um prédio do Ministério das Finanças. O gabinete do presidente Joseph Aoun classificou a ação como uma “escalada perigosa” e disse que os ataques atingiram instalações civis e centros de saúde.

Aoun responsabilizou Israel pela escalada e pediu aos Estados Unidos e à comunidade internacional medidas imediatas para interromper as violações e responsabilizar os envolvidos.

Apesar do cessar-fogo acordado em junho, militares israelenses continuam atuando em uma área que classificam como zona de segurança. Às 6h do horário local, Israel publicou um alerta para que moradores deixassem áreas próximas a um edifício em Arab Salim, apontado como alvo por suposto uso pelo Hezbollah. Foi o segundo aviso de retirada desde o anúncio do cessar-fogo.

Na sexta-feira (4), quatro pessoas morreram e 23 ficaram feridas em ataques no sul do Líbano, também atribuídos por Israel a depósitos de armas do Hezbollah. Os bombardeios ocorreram sem alertas prévios. No sábado (5), o Hezbollah afirmou que as ações israelenses buscavam pressionar o governo libanês, que participa de negociações diretas com Israel mediadas pelos Estados Unidos.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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