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Cardeal defende energia solar para apoiar instituições católicas na África

Peter Turkson afirmou que a tecnologia pode transformar recursos naturais em energia limpa, reduzir custos e apoiar o desenvolvimento humano no continente.

Cardeal defende energia solar para apoiar instituições católicas na África

O cardeal Peter Turkson afirmou que a tecnologia pode transformar recursos naturais em benefícios concretos para pessoas e comunidades da África. A declaração foi feita durante o lançamento de um projeto solar de 1,5 megawatt para a Universidade Veritas, em Abuja, no dia 3 de setembro.

Chanceler da Pontifícia Academia de Ciências, em Roma, Turkson explicou que a Earth Our Common Home (ECHo) pretende fornecer energia limpa para igrejas católicas e instituições do continente. Segundo ele, a eletricidade é necessária para praticamente todas as atividades humanas, e a tecnologia permite aproveitar a luz solar para atender necessidades específicas.

O cardeal, que nasceu em Gana, disse que a Igreja deve reconhecer os recursos naturais como presentes de Deus e aplicar conhecimento técnico para transformá-los em produtos e serviços úteis. Ele citou o algodão e as árvores como matérias-primas que podem ser convertidas em roupas e móveis.

Redução de custos e expansão

Além de fornecer eletricidade para ensino, aprendizagem e outras atividades, o projeto pode reduzir os gastos da Universidade Veritas com geradores movidos a diesel. Turkson afirmou que a iniciativa também pode servir de modelo para outras instituições católicas.

A Conferência dos Bispos Católicos da Nigéria começou a implementação, mas a proposta é estender os benefícios às conferências episcopais e às igrejas locais de toda a África. A iniciativa foi relacionada à visão ecológica do papa Francisco e à encíclica Laudato Si', que defende o cuidado com a criação.

Turkson afirmou que a transição para fontes renováveis pode diminuir a emissão de dióxido de carbono e de gases de efeito estufa. Para ele, a redução da poluição favorece tanto o meio ambiente quanto a saúde humana.

O vice-reitor da Universidade Veritas, padre Hyacinth Ichoku, disse que o projeto surgiu como resposta aos danos ambientais associados ao uso contínuo de combustíveis fósseis. Ele afirmou que a universidade decidiu migrar para a energia solar, considerada limpa, diante dos efeitos da emissão de dióxido de carbono sobre a Terra, os seres humanos e os ecossistemas.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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