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Executivos de tecnologia divergem sobre limites para o avanço da inteligência artificial

Jensen Huang afirmou que a IA não destruirá a humanidade até 2030, enquanto Mark Zuckerberg rejeitou propostas de desaceleração do setor.

Executivos de tecnologia divergem sobre limites para o avanço da inteligência artificial
Foto: Reuters/Carlos Barria

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, rejeitou pedidos para pausar ou desacelerar o desenvolvimento da inteligência artificial. Para o executivo, as regras do mercado e o risco de processos na Justiça são as principais proteções contra os perigos da tecnologia.

A discussão sobre os limites do avanço da IA também envolveu executivos de empresas que concorrem com a Anthropic. Sam Altman, CEO da OpenAI, Elon Musk, dono do X e da xAI, e Demis Hassabis, presidente do Google DeepMind, defenderam a continuidade do desenvolvimento.

Jensen Huang, CEO da Nvidia, afirmou em entrevista à CBS News que discorda da possibilidade de a inteligência artificial destruir a humanidade. Ele declarou que há “0% de chance” de a tecnologia acabar com o mundo até 2030.

“Independentemente de como isso for caracterizado, a IA não será a responsável pelo fim do mundo até 2030”, disse Huang. O executivo também afirmou concordar com Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que defende que a tecnologia continue avançando.

As declarações ocorreram após alguns executivos de grandes empresas de IA defenderem uma pausa no avanço das tecnologias para tornar seu desenvolvimento mais seguro. Huang minimizou as preocupações relacionadas ao desenvolvimento responsável da inteligência artificial.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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