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Família nos EUA processa distrito por aula sobre identidade de gênero

Pai afirma que filho de 10 anos participou de atividade sobre identidade de gênero sem autorização prévia da família.

Família nos EUA processa distrito por aula sobre identidade de gênero

Uma família cristã do estado de Washington, nos Estados Unidos, processou o Lake Washington School District após um menino de 10 anos participar de uma aula sobre identidade de gênero e procedimentos de mudança de sexo. O pai, Konstantin Averkiev, afirma que havia pedido previamente que o filho fosse avisado e retirado de atividades com esse tipo de conteúdo.

A ação sustenta que o distrito violou os direitos parentais e a liberdade religiosa da família. Segundo o processo, Averkiev conversou com o professor quando o menino estava na quarta série e solicitou aviso prévio sobre aulas envolvendo temas LGBT, identidade de gênero ou transição de gênero. Ele também pediu que o filho fosse dispensado dessas atividades.

Meses depois, durante ações ligadas ao "Mês do Orgulho", o garoto participou de uma aula que, conforme a ação, tratou de identidade de gênero e procedimentos de mudança de sexo. O pai diz que não recebeu aviso antes da atividade e que o estudante permaneceu na aula apesar do pedido anterior.

Pedido formal de dispensa

Quando o menino passou para a quinta série, Averkiev apresentou um requerimento para que ele não participasse de conteúdos e atividades sobre identidade de gênero, sexualidade e outros temas que, na avaliação do pai, contrariavam os princípios religiosos da família.

O distrito aceitou somente as dispensas previstas pelas regras estaduais, incluindo parte do currículo formal de educação sexual. O pedido mais amplo foi rejeitado. A disputa também envolve políticas que orientam o tratamento dos estudantes conforme sua identidade de gênero, incluindo nomes, pronomes, banheiros e vestiários.

A família é representada pela Alliance Defending Freedom (ADF). A organização afirma que escolas públicas não podem obrigar pais religiosos a escolher entre a educação pública e a formação moral e religiosa oferecida em casa. A ação pede que a Justiça reconheça o direito de retirar o menino de conteúdos sobre identidade de gênero e sexualidade que contrariem as crenças familiares.

O Lake Washington School District ainda não apresentou uma resposta pública detalhada às acusações. Em manifestação, afirmou que segue as leis estaduais e federais e as normas aplicáveis ao currículo e aos direitos dos estudantes.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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