BRASÍLIA — A reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) deve ser defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a 81ª Assembleia Geral da entidade, em Nova York. O órgão tem cinco membros permanentes — EUA, Rússia, França, Reino Unido e China — com poder de veto sobre decisões da organização.
A edição deste ano será realizada entre 22 e 28 de setembro, na sede da ONU. A reunião reúne 193 países, cada um com direito a um voto nos debates. O tema é “Restaurar a confiança, gerenciar a transformação: uma Organização das Nações Unidas que atenda a todas as pessoas”.
Viagem e discurso
O voo de Lula saiu de Brasília por volta das 10h30, com chegada prevista para 18h15 no Aeroporto Internacional John F. Kennedy. O presidente tradicionalmente é o primeiro a discursar na Assembleia Geral, seguido pelo chefe de Estado do país anfitrião, neste caso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Esta será a 11ª participação de Lula no encontro. Em uma publicação no X, ele afirmou que terá a responsabilidade de representar o Brasil e o povo brasileiro na abertura, marcada para terça-feira.
“Somos um país soberano, de economia forte e que cuida da sua população e das suas riquezas”, escreveu Lula. Na mesma mensagem, o presidente disse que o Brasil defende a paz e o diálogo entre as nações e “exige respeito”.
A Assembleia Geral é a principal reunião entre os líderes dos países que compõem a ONU e ocorre todos os anos entre setembro e dezembro.








