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Etanol recua 2,7% e chega a R$ 3,93 por litro em agosto

Gasolina, diesel S10 e GLP também tiveram queda no mês, enquanto o petróleo Brent subiu 8,7% no mercado internacional.

Etanol recua 2,7% e chega a R$ 3,93 por litro em agosto
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O etanol hidratado foi o combustível que mais caiu no Brasil em agosto, com redução de 2,7% no preço médio nacional. O litro passou a custar R$ 3,93, acumulando queda de 16,8% desde março. No mesmo mês do ano passado, o valor era de R$ 4,17.

A retração foi atribuída pelo Ineep à safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul, período de aumento da produção e da oferta do biocombustível. Entre as regiões, o Norte teve a maior média, de R$ 4,98 por litro, e o Sudeste, a menor, de R$ 3,87. Amapá e Roraima registraram os preços estaduais mais altos, de R$ 5,89 e R$ 5,40. São Paulo teve a menor média do país, de R$ 3,63, seguido por Mato Grosso, com R$ 3,74.

Gasolina, diesel e GLP

A gasolina também ficou mais barata. O preço médio caiu 0,6%, de R$ 6,57 para R$ 6,53 por litro. A margem de distribuição e revenda recuou 13,0% entre julho e agosto, de R$ 1,46 para R$ 1,27.

O diesel S10 teve baixa de 0,9% e chegou a R$ 6,90 por litro. O resultado ficou abaixo da máxima dos últimos 5 anos para agosto, de R$ 7,19. O Norte registrou a maior média regional, de R$ 7,25, e o Sul, a menor, de R$ 6,72. O Acre teve o maior preço estadual, de R$ 8,32, enquanto o Rio Grande do Sul apresentou o menor, de R$ 6,58.

O GLP vendido em botijões de 13 quilos caiu 0,3%, de R$ 114,22 para R$ 113,90. O produto acumulou três meses consecutivos de pouca variação e continuou acima da máxima dos últimos cinco anos para o período, de R$ 111,62. O preço médio foi de R$ 126,41 no Norte e de R$ 112,19 no Sudeste. Roraima teve a maior média estadual, de R$ 142,06, e o Rio de Janeiro, a menor, de R$ 102,00.

Petróleo e medidas de contenção

O barril de Brent subiu 8,7% em agosto, para US$ 91,08. Em reais, a alta foi de 9,6%, levando o preço a R$ 469,06. Ainda assim, os valores cobrados por refinarias e importadores permaneceram estáveis ou recuaram.

A Petrobras manteve preços abaixo dos níveis estimados pela paridade de importação. No fim de agosto, a gasolina estava 25,4% abaixo do PPI, e o diesel, 44% abaixo.

A subvenção de R$ 0,44 por litro para a gasolina foi estendida até 9 de setembro. Para o diesel, produtores e importadores receberam subsídio de R$ 1,12 por litro, válido até 26 de setembro conforme a MP 1.363/2026. O governo federal também aprovou um mecanismo para reduzir temporariamente tributos em períodos de pressão extraordinária.

No IPCA-15 de agosto, o grupo combustíveis teve queda de 1,18%.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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