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Trump critica Nobel da Paz para Navi Pillay, que responde com ironia

Presidente dos EUA compartilhou críticas de advogado, enquanto jurista sul-africana sugeriu dividir o prêmio com ele.

Trump critica Nobel da Paz para Navi Pillay, que responde com ironia

Donald Trump compartilhou na rede Truth Social um texto contra a jurista sul-africana Navanethem “Navi” Pillay, vencedora do Nobel da Paz de 2026. A publicação também afirma que o presidente dos Estados Unidos deveria ter recebido a honraria.

O texto foi escrito por David Schoen, advogado de Trump. Ele criticou o Comitê Norueguês do Nobel e acusou Pillay de ter hostilidade contra os Estados Unidos e Israel. Schoen também afirmou que a jurista teria exaltado terroristas, recompensado o Hamas e conduzido uma investigação que apontou genocídio cometido por Israel.

O advogado citou ainda os Acordos de Abraão, a libertação de reféns do Hamas, os esforços de Trump para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia e conter o Irã. Segundo Schoen, essas iniciativas deveriam ter sido reconhecidas pelo Nobel da Paz.

O Comitê Norueguês do Nobel anunciou que Pillay, de 85 anos, recebeu o prêmio “por seus esforços na promoção da paz e do direito internacional”. Em um vídeo divulgado por Agnes Callamard, secretária-geral da Anistia Internacional, a jurista aparece recebendo aplausos durante uma conferência no tribunal de Nuremberg, na Alemanha.

“Se aplaudirem um pouco mais, talvez eu divida este prêmio com Trump”, disse Pillay. A fala foi apresentada como uma possível referência à líder da oposição venezuelana María Corina Machado, que entregou em janeiro sua medalha do Nobel da Paz de 2025 ao presidente americano.

O governo de Israel também criticou a escolha de Pillay e mencionou Joseph Goebbels, ministro da Propaganda da Alemanha nazista.

Pillay presidiu a Comissão Internacional de Inquérito Independente da ONU sobre os Territórios Palestinos Ocupados. Em 2025, a comissão acusou Israel de cometer genocídio na guerra na Faixa de Gaza. Na ocasião, Pillay declarou: “Ficou claro que existe a intenção de destruir os palestinos em Gaza por meio de atos que preenchem os critérios estabelecidos na Convenção sobre Genocídio”.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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