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Navi Pillay recebe Nobel da Paz e Israel contesta decisão do comitê

O governo israelense acusou a jurista de agir por motivação política e criticou a premiação anunciada para 2026.

Navi Pillay recebe Nobel da Paz e Israel contesta decisão do comitê
Foto: Michael Kappeler/picture alliance via Getty Images

Navi Pillay foi anunciada como vencedora do Nobel da Paz de 2026 por seus esforços em favor da paz e do direito internacional, informou o comitê do Nobel. A jurista sul-africana tem 85 anos.

No primeiro discurso após receber o prêmio, Pillay defendeu a importância da Justiça internacional e afirmou que o Tribunal Penal Internacional (TPI), responsável por julgar crimes de guerra, tem sido alvo de ataques políticos significativos.

A escolha foi contestada pelo governo de Israel nesta sexta-feira (9/10). Em uma publicação no X, o Ministério das Relações Exteriores israelense classificou Pillay como “politicamente motivada” e disse que a premiação “legitima o ódio e o preconceito anti-Israel”.

Pillay integrou uma comissão independente da Organização das Nações Unidas (ONU) que concluiu que o governo israelense cometeu genocídio contra a população palestina na Faixa de Gaza. Ela também participou da Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre o Território Palestino Ocupado, dos Direitos Humanos da ONU.

Ao longo da carreira, a jurista atuou na defesa do ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela e se opôs ao apartheid no país. O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou ainda que, “se houvesse um prêmio para mentiras e ódio, Navi Pillay seria uma das principais favoritas”.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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