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Israel rejeita Nobel da Paz concedido à jurista Navi Pillay

Chancelaria israelense acusou a jurista sul-africana de promover acusações de genocídio contra Israel na guerra em Gaza.

Israel rejeita Nobel da Paz concedido à jurista Navi Pillay

O governo de Israel criticou a decisão do comitê norueguês de conceder o Prêmio Nobel da Paz, nesta sexta-feira (9), à jurista sul-africana Navanethem “Navi” Pillay. Ela acusou Israel de cometer genocídio na guerra na Faixa de Gaza contra o Hamas.

Em comunicado publicado no X, o Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que Pillay participou de uma campanha de demonização do país e promoveu o que chamou de “genomentira”. A chancelaria também disse que a premiação seria uma forma de legitimar o ódio e o preconceito contra Israel.

“Se houvesse um prêmio para mentiras, ódio e calúnias de sangue, Navi Pillay não seria apenas uma candidata. Ela seria a favorita”, afirmou o ministério. Em outro trecho, a pasta citou Joseph Goebbels, ministro da Propaganda da Alemanha nazista, e declarou que ele estaria aplaudindo “do inferno”.

O comitê norueguês informou que Pillay, de 85 anos, recebeu a honraria por seus esforços em favor da paz e do direito internacional. Ela presidiu a Comissão Internacional de Inquérito Independente da ONU sobre os Territórios Palestinos Ocupados.

Em 2025, a comissão acusou Israel de cometer genocídio em Gaza. Pillay afirmou que havia intenção de destruir os palestinos no território por meio de atos enquadrados nos critérios da Convenção sobre Genocídio.

A jurista também responsabilizou autoridades israelenses de alto escalão e disse que Israel não teria prevenido nem punido a prática de genocídio, por não investigar os atos nem processar os supostos autores.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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