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Política

Carta pede apuração e mudanças no STF antes de sessão sobre Moraes

Documento reúne 199 assinaturas e defende transparência na sessão extraordinária marcada para 3ª feira (15.set.2026).

Carta pede apuração e mudanças no STF antes de sessão sobre Moraes

A sessão plenária extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) que analisará o pedido de abertura de investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes, no caso do Banco Master, será transmitida ao vivo em 3ª feira (15.set.2026). Uma carta assinada por 199 pessoas pede transparência no encontro e nas investigações.

O documento apoia as medidas adotadas pelo presidente do STF, Edson Fachin, e afirma que elas devem preservar a autoridade da Corte e apurar as “gravíssimas acusações” divulgadas nas últimas semanas. A carta também sustenta que os fatos precisam ser esclarecidos e que eventuais violações da lei ou da dignidade dos cargos devem resultar em responsabilização.

Entre os signatários estão os ex-ministros da Justiça José Carlos Dias, José Eduardo Cardozo e Miguel Reale Júnior; o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan; o ex-chefe da Casa Civil Pedro Parente; e o ex-ministro da Previdência e Assistência Social Roberto Brant.

Também assinam o documento Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central; André Lara Resende, ex-presidente do BNDES; Edmar Bacha, ex-presidente do BNDES; Fabio Barbosa, ex-presidente do Banco do Brasil; e Pérsio Arida, ex-presidente do Banco Central. A lista inclui ainda professores de Direito, advogados, empresários, magistrados e representantes da sociedade civil.

Mudanças defendidas

Os signatários dizem que a apuração é necessária para recuperar a confiança nas instituições e preservar a democracia. A carta também pede reformas institucionais que fortaleçam a colegialidade, assegurem a imparcialidade dos julgamentos e previnam conflitos de interesse.

O grupo defende padrões rigorosos de conduta, além da ampliação da transparência e do controle social sobre o STF e seus integrantes. No encerramento, os autores afirmam que a Corte não pode ter sua jurisdição “capturada por interesses escusos” de natureza pessoal, política ou econômica.

A carta descreve o momento como “a mais grave crise da história do Supremo Tribunal Federal” e uma das mais graves da história republicana brasileira.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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