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Política

Lula mantém cautela sobre tarifas e diz que Brasil não é antiamericano

Presidente afirmou que negocia com os EUA e vê apenas suspeitas de interferência nas eleições brasileiras por inteligência artificial.

Lula mantém cautela sobre tarifas e diz que Brasil não é antiamericano

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não pretende iniciar uma guerra tarifária com os Estados Unidos e que mantém cautela sobre a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra produtos norte-americanos. As negociações, segundo ele, foram retomadas após uma ligação com Donald Trump há cerca de 1 mês e meio.

“Enquanto ainda estamos em torno da mesa de negociações, não preciso aplicar a lei de reciprocidade”, disse Lula. O presidente acrescentou que o governo poderá usar a legislação aprovada pelo Congresso caso não haja acordo.

Relação com os Estados Unidos

Em entrevista à CNN Internacional, Lula negou que o Brasil adote uma postura hostil contra Washington. “O Brasil não é um país anti-americano. O povo não é anti-americano”, declarou.

O presidente disse que os dois países têm uma relação diplomática sólida e devem procurar parcerias comerciais sem que um governo imponha decisões ao outro. Também afirmou que não pretende desafiar os Estados Unidos ao defender o fortalecimento do multilateralismo.

Lula declarou que Trump foi eleito para governar os Estados Unidos, mas não outros países. Segundo o presidente, o Brasil mantém uma relação sofisticada com os norte-americanos.

Eleições brasileiras

Lula afirmou haver algumas pistas de interferência no processo eleitoral brasileiro por meio de inteligência artificial, mas disse não ter elementos concretos que confirmem uma atuação do governo dos Estados Unidos.

O presidente relatou ter pedido a Trump que não se envolvesse na eleição brasileira. De acordo com Lula, o republicano teria dito a interlocutores que não pretende interferir no pleito.

Lula também mencionou o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e afirmou estar preocupado com a proximidade dele com a família Bolsonaro. Ressalvou, porém, que, por enquanto, existem apenas suspeitas.

Para Lula, a eleição brasileira deve ser decidida pelos brasileiros, assim como a disputa presidencial norte-americana cabe aos cidadãos dos Estados Unidos. Ele afirmou estar confiante na vitória e avaliou que o pleito envolve uma escolha entre “democracia ou barbárie”.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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