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Política

Ação judicial e novas autuações precederam queda de prédio em São Paulo

Obra na zona leste foi interditada em 2019, mas continuou após a ordem; empresa recebeu multa de R$ 119 mil em 2021.

Ação judicial e novas autuações precederam queda de prédio em São Paulo

Três pessoas morreram após o desabamento de um prédio de 11 andares em construção, na madrugada de sábado (12.set.2026), na zona leste de São Paulo. A obra continuou mesmo depois de uma ordem de interdição emitida pela Prefeitura.

Em 2019, a fiscalização municipal constatou que a construção avançava sem alvará. Os responsáveis foram autuados, e o local foi interditado. Segundo o prefeito Ricardo Nunes (MDB), a determinação não foi cumprida.

Medidas antes do desabamento

Em 2021, a Procuradoria Geral do Município entrou com uma ação na Justiça para impedir a continuidade da obra. Naquele período, a empresa responsável também recebeu novas autuações e multas, incluindo uma de R$ 119 mil.

As informações foram apresentadas por Ricardo Nunes em entrevista coletiva concedida no local do desabamento. O prefeito afirmou que a obra já acumulava irregularidades antes do acidente.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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