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Centcom diz que ataque a navios iranianos foi resposta a disparos contra frota dos EUA

Comando americano afirma que três petroleiros foram atingidos após ataques iranianos e ameaça ampliar custos econômicos para Teerã.

Centcom diz que ataque a navios iranianos foi resposta a disparos contra frota dos EUA

O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou neste sábado (5) que atingiu três petroleiros iranianos depois que o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica lançou mísseis balísticos contra dois navios de guerra americanos no Oriente Médio.

As forças dos EUA informaram que um porta-aviões e um contratorpedeiro de mísseis guiados escaparam de múltiplos ataques. Nenhum militar americano ficou ferido, segundo o comunicado.

Os alvos foram o M/T Downy, atingido perto da Ilha de Kharg; o M/T Stark 1, localizado nas proximidades de Jask, na costa sul do Irã; e o M/T Kylo, que estava sem carga no Golfo de Omã. A embarcação foi atingida em pontos considerados críticos depois que a tripulação recebeu ordem para abandonar o navio, informou o Centcom.

O comando americano declarou que os três navios fazem parte de uma rede clandestina multibilionária que financia a Guarda Revolucionária e grupos aliados na região. O almirante Brad Cooper, comandante do Centcom, afirmou: “se vocês dispararem contra dois de nossos navios, imporemos um custo econômico ainda maior — eliminando três dos seus”.

Conflito e impacto no petróleo

Estados Unidos e Irã retomaram há uma semana uma sequência de ataques que havia sido interrompida durante cerca de um mês. Na sexta-feira (4), Donald Trump defendeu a declaração do vice-presidente, J.D. Vance, de que a situação não configura uma guerra.

Questionado no Salão Oval da Casa Branca, Trump disse que os ataques são “intermitentes” e classificou o conflito como “small potatoes”, expressão traduzida no texto como “fichinha”.

O confronto já custou mais de US$ 37,5 bilhões aos cofres americanos e matou 18 militares dos EUA. O barril do petróleo West Texas Intermediate (WTI) era negociado a US$ 91 nesta sexta-feira, ante US$ 67 em 27 de fevereiro.

O aumento do preço foi associado ao bloqueio iraniano no Estreito de Ormuz, por onde 20% do petróleo mundial transitava antes da guerra. Embora os EUA afirmem controlar a passagem e mantê-la aberta, a plataforma Hormuz Strait Monitor registrou apenas quatro navios no estreito nas últimas 24 horas. Antes do conflito, quase 140 navios passavam pelo local diariamente, enquanto 250 aguardavam a travessia.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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