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Dez aspectos pouco conhecidos da trajetória de Santa Teresa de Calcutá

A religiosa nasceu nos Bálcãs, foi professora na Índia, fundou uma congregação e relatou períodos de escuridão espiritual.

Dez aspectos pouco conhecidos da trajetória de Santa Teresa de Calcutá

Santa Teresa de Calcutá, conhecida como Madre Teresa, foi declarada santa pela Igreja Católica há 10 anos. A data litúrgica dedicada a ela é celebrada no dia 5 de setembro.

Nascida Anjezë (Agnes) Gonxhe Bojaxhiu em 1910, em Skopje, a religiosa era a mais nova de cinco filhos de uma família albanesa. A cidade fazia parte do Império Otomano e hoje é a capital da Macedônia do Norte. Dois de seus irmãos morreram na infância.

Aos 12 anos, Teresa sentiu o chamado para servir os pobres. Aos 18, deixou a família e entrou no Instituto da Bem-Aventurada Virgem Maria, conhecido como Irmãs de Loreto, com a intenção de atuar na Índia. Ao chegar à Abadia de Rathfarnham, na Irlanda, adotou o nome Teresa em homenagem a Santa Teresinha de Lisieux, conhecida como a “Pequena Flor”.

Teresa chegou a Calcutá, na Índia, em 6 de janeiro de 1929. Depois de fazer os primeiros votos em 1931, ensinou na Escola St. Mary's Bengali Medium para meninas e, em 1937, fez os votos finais como freira de Loreto. Em 1944, tornou-se diretora da escola.

Em 10 de setembro de 1946, ela relatou ter vivido um “chamado dentro de um chamado”. A experiência a levou a buscar uma comunidade religiosa dedicada aos mais pobres dos pobres. Em agosto de 1948, deixou o convento de Loreto e fez treinamento médico com as Irmãs Missionárias Médicas, em Patna. Em dezembro, voltou a Calcutá e passou a cuidar de doentes e moribundos nas favelas.

A congregação das Missionárias da Caridade foi estabelecida oficialmente em 7 de outubro de 1950. Teresa também fundou os Irmãos Missionários da Caridade, em 1963, e os Padres Missionários da Caridade, em 1984. Criou ainda grupos para leigos, como os Colaboradores de Madre Teresa e os Colaboradores Doentes e Sofredores.

Em 1979, recebeu o Prêmio Nobel da Paz e pediu que o dinheiro do banquete tradicional fosse destinado aos pobres. Em cartas privadas, também descreveu décadas de escuridão interior e momentos em que se sentia distante de Deus, apesar de continuar dedicada à oração e ao serviço.

Hoje, as Missionárias da Caridade têm 754 casas em 138 países e pouco mais de 5.000 freiras.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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