BRASÍLIA — Cerca de 200 pessoas participaram da Marcha da Maconha em 20.set.2026, no Eixão do Lazer Norte, em Brasília. O ato chegou à 18ª edição no Distrito Federal com defesa da legalização da cannabis, do autocultivo e da descriminalização.
Os organizadores também questionaram os efeitos da política de drogas sobre a população negra e periférica. Para o grupo, uma eventual regulamentação não deve limitar o acesso à planta a grandes empresas.
Mudanças recentes
A manifestação ocorreu após alterações nas regras relacionadas à cannabis no Brasil. A Anvisa ampliou as normas para produtos à base da planta e regulamentou o cultivo destinado a fins medicinais, farmacêuticos e de pesquisas.
Em 2024, o STF decidiu que o porte de maconha para consumo pessoal não configura crime. A estimativa de público foi de cerca de 200 pessoas.








