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Saúde

Cansaço persistente antecedeu diagnóstico de tumor de mama sem nódulo aparente

Elaine Carrigan, de Glasgow, descobriu um tumor de sete centímetros após notar uma depressão na pele da mama direita.

Cansaço persistente antecedeu diagnóstico de tumor de mama sem nódulo aparente
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Elaine Carrigan, de 48 anos, atribuiu durante meses o cansaço persistente ao início da menopausa. A suspeita de câncer de mama surgiu apenas depois que ela percebeu uma alteração na pele da mama direita, sem identificar um nódulo aparente.

A exaustão, antes concentrada no fim do dia, passou a continuar mesmo após o sono. Elaine também começou a precisar de cochilos frequentes para cumprir a rotina. “Eu achava que era apenas o início da menopausa”, contou.

Alteração na mama

Durante uma viagem com o marido a Tenerife, na Espanha, Elaine sentiu uma dor aguda na mama direita. No dia seguinte, ao passar protetor solar, notou uma pequena depressão na pele, que dava à mama uma aparência afundada.

Ela percebeu apenas uma área endurecida e considerou a possibilidade de ter se machucado enquanto nadava. Uma amiga que havia enfrentado câncer de mama a orientou a procurar atendimento. Após retornar a Glasgow, Elaine consultou um médico e foi encaminhada a uma clínica especializada.

A ultrassonografia levantou a suspeita da doença, confirmada posteriormente por outros exames e uma biópsia. O tumor tinha sete centímetros e provocava a retração da pele. Os médicos afirmaram que ele poderia estar crescendo havia cerca de dois anos. Também foi identificado um linfonodo comprometido próximo às costelas.

O Ministério da Saúde informa que a dor na mama, isoladamente, muito raramente indica câncer, mas deve ser investigada quando aparece junto de outra alteração. Entre os sinais estão retração da pele, mudança na aparência da mama, inversão ou descamação do mamilo, secreção e linfonodos palpáveis na axila.

Sem histórico familiar e sem um nódulo perceptível, Elaine não suspeitava da doença. Ela passou por uma mastectomia total, nove sessões de quimioterapia e 15 sessões de radioterapia. Aos 51 anos, está livre do câncer e compartilha a experiência nas redes sociais para incentivar outras mulheres a buscar avaliação médica.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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