A britânica Penny Dunn, de 3 anos, morreu após passar por uma cirurgia para tratar cardiomiopatia dilatada, uma condição que aumenta o coração e compromete sua capacidade de bombear sangue. O diagnóstico ocorreu depois que a menina teve uma convulsão e foi levada ao hospital com urgência.
Os primeiros sintomas apareceram no final de 2025, com uma tosse persistente e falta de ar. Considerada saudável pela família, Penny recebeu inicialmente o diagnóstico de virose e uma bombinha de asma. Como não apresentou melhora significativa, voltou ao médico várias vezes nos meses seguintes, enquanto sua saúde piorava.
Após a identificação da cardiomiopatia, Penny passou por uma cirurgia. A condição, porém, já estava avançada, e o oxigênio não chegava ao cérebro e aos demais órgãos. Semanas depois da operação, ela entrou em coma.
A família autorizou a realização de todos os exames possíveis. Os médicos confirmaram que não havia perspectiva de melhora e, em 6 de julho, os pais decidiram desligar os aparelhos.
“Ela estava em um ponto em que não teria qualidade de vida se sobrevivesse”, afirmou a mãe, Courtney Sherwood. Segundo ela, a menina teria de permanecer intubada e ligada a um aparelho permanentemente caso sobrevivesse.
Causas possíveis
Courtney disse não culpar os médicos e afirmou acreditar que eles fizeram tudo o que podiam. A cardiomiopatia dilatada pode estar associada a condições genéticas e a infecções virais, conforme a informação apresentada à família.








