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Saúde

Dormir menos de cinco horas é associado a risco maior para 37 condições

Estudo internacional relacionou estágios, regularidade e duração do sono à ocorrência de diferentes doenças, sem provar causa e efeito.

Dormir menos de cinco horas é associado a risco maior para 37 condições
Foto: Catherine Falls Commercial/Gettyimages

Dormir menos de cinco horas por noite esteve associado a maior risco para 37 condições de saúde, segundo um estudo internacional. A pesquisa também identificou a faixa de seis a oito horas como aquela ligada ao menor risco, mas os autores ressaltam que a relação entre duração do sono e saúde não é linear.

Publicado na PLOS Medicine em 17 de setembro, o estudo analisou dados de 95.559 participantes do UK Biobank. Eles usaram acelerômetros de pulso durante sete dias seguidos, e os pesquisadores acompanharam a saúde dos voluntários por cerca de nove anos.

A duração do sono, porém, foi apenas um dos aspectos avaliados. O tempo de sono REM, fase associada aos sonhos e à consolidação da memória, apareceu relacionado a menor risco de 83 doenças. A lista inclui insuficiência cardíaca, demência e doença de Parkinson.

O sono profundo também foi associado a menor risco, nesse caso para sete condições. Entre elas estão diabetes tipo 2 e depressão grave. Em sentido contrário, despertares frequentes durante a noite e padrões irregulares de sono foram relacionados a maior risco de problemas como ansiedade e transtornos ligados ao uso de substâncias.

Análise dos estágios do sono

Os pesquisadores aplicaram um algoritmo de aprendizado de máquina aos dados registrados pelos sensores para identificar os diferentes estágios do sono. Além do tempo total dormido, foram considerados o período acordado depois de adormecer e a regularidade do descanso ao longo da semana.

Os autores afirmam que os resultados mostram associações, mas não comprovam uma relação de causa e efeito. Ainda assim, os dados reforçam a importância de um sono regular e de boa qualidade para a saúde ao longo do tempo.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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