Carl Orlandi sofreu um infarto aos 46 anos, ao retornar da academia. O episódio começou com desconforto na mandíbula e náusea. Ele buscou atendimento e passou por uma cirurgia com cinco pontes. Durante a investigação, foram identificados níveis elevados de lipoproteína(a), uma condição hereditária associada ao risco cardiovascular.
O Ministério da Saúde explica que o infarto acontece quando o sangue deixa de chegar de forma repentina a uma parte do coração. Com a interrupção, células do músculo cardíaco podem morrer. Coágulos estão entre as causas da obstrução, e o atendimento rápido ajuda a diminuir o risco de morte.
Sinais e prevenção
Dor ou pressão no peito podem irradiar para as costas, o rosto e os braços. Peso ou aperto no peito, suor frio, palidez, falta de ar e sensação de desmaio estão entre os sinais de alerta.
Em idosos e em pessoas com diabetes, o quadro pode não apresentar sintomas específicos. Um mal-estar que surge de repente também deve ser avaliado. Nesses casos, a orientação do Ministério da Saúde é ligar para o Samu, pelo 192, ou ir a uma emergência.
Colesterol alto, tabagismo, sedentarismo e alimentação inadequada aumentam o risco. A prevenção envolve atividade física regular, cuidados com a alimentação e evitar álcool e tabaco.
Aos 61 anos, Carl usa três medicamentos, mantém cuidados alimentares e treina cinco vezes por semana, com acompanhamento profissional e cardiológico.








