Autos do caso Dark Horse não comprovam repasse direto de verba pública
Documentos liberados por Flávio Dino registram hipóteses de triangulação, coincidências e diligências ainda pendentes de confirmação.
Documentos liberados por Flávio Dino registram hipóteses de triangulação, coincidências e diligências ainda pendentes de confirmação.
Documento apreendido em investigação em São Paulo relaciona “Mário” à Go Up nos Estados Unidos, mas não informa o sobrenome.
Ministro do STF levantou o sigilo de documentos e citou indícios de organização criminosa e possível vínculo com o PCC.
Registros mostram pagamentos entre agosto e novembro de 2025, com valores de R$ 32,6 mil a R$ 36,8 mil.
Decisão do ministro do STF cita fortes indícios de participação do deputado em uma estrutura sob suspeita de desviar recursos de emendas.
Pagamentos totalizaram R$ 136.868 e ocorreram entre agosto e novembro de 2025, conforme documentos obtidos após quebra de sigilo.
Decisão de Flávio Dino também proíbe contato entre os dois; operação apura suposto desvio de recursos de emendas parlamentares.
Juristas apontam possíveis excessos em bloqueios, passaportes, monitoramento telefônico e enquadramento de entidades privadas.
Deputado diz que os recursos são legais, critica a operação da PF e afirma que entregará documentos às investigações.
Rudyge Boldrini recebeu R$ 13.700,01 do Instituto Conhecer Brasil, que teve R$ 2 milhões em emendas do deputado.
Ministro autorizou buscas da PF e citou suspeitas sobre emendas, contratos e transferências ligadas ao filme “Dark Horse”.
Cabo Gilberto Silva afirmou que Flávio Dino deve explicar a autorização de buscas contra o deputado na operação Make Up.