Mendonça afasta dirigentes da PF e manda investigar relatórios sobre sua atuação
Decisão também aponta que Moraes teria sabido previamente da existência dos documentos produzidos pela inteligência da PF.
Decisão também aponta que Moraes teria sabido previamente da existência dos documentos produzidos pela inteligência da PF.
Ministro afirma que relatório sigiloso antecipou informações sobre investigações envolvendo dirigentes do União Brasil.
Ministro afirma que relatórios foram produzidos de 3 a 31 de agosto de 2026 e usados por Moraes em pedido contra ele.
Decisão de André Mendonça afasta dois dirigentes da PF e suspende relatórios sobre atos de magistrados, advogados públicos e policiais judiciários.
Decisão de André Mendonça também ordena investigação da corregedoria sobre Andrei Rodrigues e Leandro Almada.
Medida preventiva alcança os diretores-geral e de inteligência da Polícia Federal após suspeitas sobre relatório da corporação.
Decisão suspende documentos de inteligência sobre autoridades e será analisada pela 2ª Turma do STF.
Presidente do STF pediu manifestações da PGR e de André Mendonça após associação apontar falhas no relatório da Polícia Federal.
Relatório da PF cita hipóteses de baixa confiança sobre decisões de Mendonça e relações com autoridades, além de diferenças nos prazos de investigação.
Ministra ainda não acessou a íntegra dos autos e é disputada por Alexandre de Moraes e André Mendonça em votações sobre a crise na corte.
Ex-primeira-dama publicou mensagem religiosa em defesa do ministro, afastado de investigação por decisão do presidente do Supremo.
A decisão ocorreu enquanto Michelle Bolsonaro publicou mensagem de apoio ao ministro, relator das investigações sobre o Banco Master.
O pedido de julgamento do relatório da PF foi liberado por André Mendonça, mas ainda não tem data definida pelo STF.
Ministro formalizou o pedido neste domingo; Edson Fachin aguarda manifestações até 11.set antes de decidir os próximos passos.
Ex-primeira-dama disse que o ministro é um “escolhido e ungido do Senhor” e relembrou sua indicação ao Supremo por Jair Bolsonaro.
Ministro aposentado também afirmou lamentar ter recomendado Alexandre de Moraes para o STF durante o governo Michel Temer.
Críticas questionam decisões do ministro, alegações sobre contrato da esposa e apoio recebido de autoridades e integrantes da Corte.
Duas decisões do STF têm calendários distintos e podem ser analisadas em conjunto depois de 22 de setembro.
Documentos não têm data nem assinatura e trazem ressalvas sobre provas, conclusões e possível viés contra o ministro.
Presidente da Corte ouviu Mendonça, Moraes, PGR e PF enquanto o ministro agradeceu mensagens de apoio e oração.