Flávio afirma que manterá reajuste do Bolsa Família se for eleito
Candidato do PL criticou o aumento de 15,04% anunciado pelo governo Lula e disse que não recorrerá à Justiça Eleitoral.
Candidato do PL criticou o aumento de 15,04% anunciado pelo governo Lula e disse que não recorrerá à Justiça Eleitoral.
Ministro validou aumento após a AGU recorrer a uma ação arquivada do STF, sem novo sorteio entre os ministros.
Candidata da UP defendeu empregos, redução da jornada sem corte salarial e uso de recursos em saúde e educação.
Reajuste de 15,04% começa em 19 de outubro e elevará o benefício médio de R$ 675 para R$ 777.
Valor mínimo passará a R$ 691, com custo de R$ 5,8 bilhões no restante de 2026 e pagamentos a partir de 19 de outubro.
Candidato afirmou que o benefício deveria ter sido reajustado antes da eleição e criticou o aumento anunciado pelo governo Lula.
Gilmar Mendes afirmou que a correção eleva o piso do benefício de R$ 600 para R$ 691 e não viola as regras eleitorais.
Gilmar Mendes acolheu pedido da AGU e considerou que a atualização dos valores não criou benefício nem ampliou o público do programa.
Governo afirma que atualização recompõe a inflação e não cria benefício novo nem muda os critérios do programa.
Benefício passará de R$ 600 para R$ 691 em outubro; especialistas divergem sobre possível abuso eleitoral.
Ministro afirma que aumento de 15% não tem objetivo eleitoral e será pago a partir da folha de outubro.
Pedido do Ministério Público junto ao TCU questiona a previsão orçamentária e o impacto financeiro do aumento.
Presidente disse que a distribuição da caneta para pessoas com obesidade dependerá de acordo com médicos e não informou quando começaria.
Em 2022, Lula acionou o TSE contra Bolsonaro por suposto uso eleitoral do Auxílio Brasil; agora, o benefício terá aumento.
Reajuste de 15,04% eleva o benefício médio de R$ 675 para R$ 777; pagamentos começam em 19 de outubro.
Aumento de 15,04% começa em outubro e deve alcançar 19,3 milhões de famílias, com impacto de R$ 5,8 bilhões em 2026.
Decreto eleva o benefício médio de R$ 675 para R$ 777 e prevê custo adicional de R$ 5,8 bilhões até dezembro de 2026.
André Mendonça não analisou o mérito e considerou que o deputado não tinha legitimidade para apresentar a representação.
A atualização de 15,04% começa na folha de outubro e terá impacto de R$ 22,7 bilhões em 2027.
Candidato do PL chamou o aumento de “ato de desespero” e pediu que eleitores não acreditassem em uma “falsa promessa”.